Ainda é cedo, porém perdi o dia inteiro. Ultimamente tenho tido tantas atribuições que as vezes esqueço até que necessito respirar. Graças a Deus esse processo é automático, caso contrário, certamente não estaria escrevendo aqui. A tarde chuvosa, a preguiça de estudar e a vontade de relaxar me convenceram a escrever. Fui na minha pasta de rascunhos e comecei a ler aleatoriamente alguns textos. É intrigante como sempre acho que não estão completos e acabo modificando alguma coisa aqui, outra ali, mas sempre falta algo. As coisas mudam, o mundo dá voltas e se aprende muita coisa todos os dias, com diversas situações. E, pelo caminho, vou enchendo minha mochila de acontecimentos que, consequentemente, influenciam o meu modo de ver as coisas. Acho que a vida é isso, um rascunho, que vai sendo modificado a cada nova leitura, que nem sempre é aquela feita pelo autor.
Apesar de ter todos os motivos para te odiar, não odeio. Apesar de não significar nada para mim, eu não consigo ficar longe de ti. Não sei o que sustenta essa conexão, afinal, nem faz o meu tipo. Não te amo, sei muito bem disso, mas te quero bem... É incrivel a facilidade que tens para me ganhar, mesmo sem o menor esforço ou tentativa. Mesmo se o que fez, tenha sido para me afastar. Engraçado, triste... Parece até que você finge que não existo. Daí faço o mesmo, sem êxito, óbvio. Passo algum tempo sem pensar em ti, até que me aparece com uma menção qualquer, trolando um tuite meu e aí, pronto... Tudo o que eu disser até o fim da semana, saiba que é pra você. O pior é a sensação de que todos os textos que escreve, são para mim. Até aqueles que não são legais, amo, de uma forma desnecessária. Não, não são para mim, mas os quero e digo que me pertencem. Ouso até, em chamar-te de minha escrevedora. Minha escrevedora, minha... repito várias vezes, mentalmente, até a frase perder o sent...
Mas acho que a "leitura" mais importante é a do próprio autor. Ele é quem deve encontrar os erros e corrigi-los. Bom texto.
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