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Mostrando postagens de novembro, 2012

TCC

Estou passando por uma semana tensa. As minhas semanas sempre são tensas, eu sei, mas essas em especial, são muito mais. Semana que vem apresento meu TCC. Imaginem a correria. Agora imaginem o gordinho aqui ficando doido. Agora multiplica por cem. Isso ainda é pouco para o meu atual estado. Além de toda tensão devido a defesa, ainda vem a "depressão pós-facul". Caralho, passaram quatro anos e minhas noites não terão mais essa rotina, não vou dar risada de nenhuma pergunta idiota em uma aula chata, nem sair pra comer espetinho de gato ou tomar um chopp no bar ao lado da faculdade. Acho que vou sentir falta até de sentir raiva daqueles babacas que tem em toda sala de aula. Não sei lidar com mudanças, mas preciso caminhar. Eu assisti a primeira defesa de um grupo da minha turma e tive uma certeza: vou chorar no final da minha. Sou mole pra porra, pode falar, mas é muito emocionante. Cara, acabou. ACABOU. Mas é isso ai, cada vez mais perto dessa conquista e agora vou correr ...

Adeus, aliás.

Queria te falar um milhão de coisas, te mostrar lugares lindos onde vivi grande parte da minha infância, compartilhar os momentos felizes que tive, te contar como me sinto com você por perto. Ah, como eu gostaria de ver o sorriso mais lindo do mundo, da pessoa mais especial folheando meu velho caderno de rascunhos. Sim, eu gostaria. Mas você nunca está aqui, nunca está com disposição ou nunca tem tempo. É só uma questão de prioridades, eu entendo. Mas sempre avisei que com toda essa correria, as coisas boas da vida acabam caindo, ficando pra trás, encontrando novos caminhos. Eu avisei, mas você não ouviu, porque estava passando o imperdível capítulo final da novela das nove. Então tá. Na moral, não é nada legal viver em função de outra pessoa. Tento, pois sou persistente e babaca , mas não toda a vida.  Tentei falar, mas você não quis ouvir. Tentei te mostrar, mas você não quis ver. Então deixei um recado na sua geladeira: "Obrigado, foi bacana! Ainda tem sorvete de chocolate n...

Vida

Antes eu achava que com o passar do tempo eu entenderia certas coisas, decifraria códigos, me tornaria alguém safo o suficiente pra responder uma simples pergunta: por quê? Ledo engano. Cada vez mais entendo menos a vida e foi ai que descobri que eu não não faço as jogadas, ela é quem me "joga", como se eu fosse um fantoche ou uma peça de xadrez. Talvez eu não tenha que entender, apenas viver. Ela apenas quer que eu viva, então eu vou viver, no melhor e mais complexo sentido da palavra. Se isso faz sentido pra você eu não sei, mas pra mim não faz nenhum e continuo sem entender nada, porém, vivendo.