A minha vida é consequência das minhas escolhas. É dessa forma que escrevo a minha história. Obviamente, nem sempre faço a melhor escolha. Como num jogo de xadrez, eu escolho a peça pensando na próxima jogada, entretanto, nem tudo depende exclusivamente das minhas vontades, e dependendo do nível do "adversário" posso me dar mal, neguinho. A questão é, escolher e mexo as peças, espero o tempo reagir e penso no que fazer posteriormente. Essa tática tem dado parcialmente certo. Assim, acabo de fechar um ciclo - bem sucedido, diga-se de passagem - e de iniciar um outro, que nada mais é do que a continuação daquele, porém, com novas perspectivas, novas razões e com a energia renovada. Estou na pilha de querer o mundo, explorar o novo, conhecer o diferente, abrir janelas e pular, pular sem medo de cair, pois o que eu quero mesmo é voar. E assim começo esse novo ciclo, na ânsia de abraçar o infinito e guardá-lo dentro de mim. (to be continue...)