Sempre que começo a escrever me pergunto por quê, pra quê, pra quem ou se devo. Nem sempre tenho as respostas para tais perguntas, mas continuo a escrever mesmo assim, sem saber se vou chegar aonde pretendo, se é que pretendo chegar em algum lugar com tudo isso. Eu me sinto melhor depois. Não tanto quanto eu ficaria se eu postasse aqui tudo o que escrevo. O problema é que, muitas vezes, é tão íntimo que não faria sentido compartilhar com quer que seja. Mas escrevo. E leio sempre que posso. E rio da minha cara. E rio do mundo. As vezes tenho vontade de chorar. As vezes choro. As vezes fico só com vontade mesmo. Ultimamente aconteceram tantas coisas na minha vida, todas ao mesmo tempo. Fico confuso e temo não saber administrar essa turbulência de acontecimentos, mas mentalizo que posso e isso tem que ser o bastante. Eu sei que é com dias de luta, que dias de glória virão, só espero que não demore muito. Estou na batalha e continuarei, porque desistir não é pra mim e sei que...