Numa noite quente de verão olhei para a lua e lembrei de você. Estrelas que invadem o meu quarto e tocam meu coração me fazem lembrar de seu olhar, aquele que quero esquecer. Me fazem lembrar de seu beijo doce, daquele seu olhar sereno. Tudo em grande dose vira veneno. Eu não sei o que faço agora, se fico ou se vou embora. Eu não sei se posso esquecer-te, não sei se consigo. O que sei mesmo é querer-te aqui comigo.
Apesar de ter todos os motivos para te odiar, não odeio. Apesar de não significar nada para mim, eu não consigo ficar longe de ti. Não sei o que sustenta essa conexão, afinal, nem faz o meu tipo. Não te amo, sei muito bem disso, mas te quero bem... É incrivel a facilidade que tens para me ganhar, mesmo sem o menor esforço ou tentativa. Mesmo se o que fez, tenha sido para me afastar. Engraçado, triste... Parece até que você finge que não existo. Daí faço o mesmo, sem êxito, óbvio. Passo algum tempo sem pensar em ti, até que me aparece com uma menção qualquer, trolando um tuite meu e aí, pronto... Tudo o que eu disser até o fim da semana, saiba que é pra você. O pior é a sensação de que todos os textos que escreve, são para mim. Até aqueles que não são legais, amo, de uma forma desnecessária. Não, não são para mim, mas os quero e digo que me pertencem. Ouso até, em chamar-te de minha escrevedora. Minha escrevedora, minha... repito várias vezes, mentalmente, até a frase perder o sent...
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